sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Postaremos aqui o link de TODOS os livros , isso mesmo , todos os livros participantes na Gincana Literária da Escola João Cruz do 1º Ano do Ensino Médio !
- Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto (http://www.nead.unama.br/site/
bibdigital/pdf/oliteraria/ 219.pdf) e assista ao vídeo (http://youtu.be/KzpvGrBi9PQ ) - Auto da barca do inferno, de Gil Vicente. http://
www.dominiopublico.gov.br/ download/texto/bv000107.pdf
- Venha ver o pôr-do-sol, de Lygia Fagundes Telles (http://saladeestudos.com/
material/ lygia-fagundes-telles-venha-ver -o-por-do-sol.pdf) - O barril de Amontillado, de Edgar Allan Poe (BIOGRAFIA DO AUTOR: http://www.educared.org/educa/
index.cfm?pg=biblioteca.biograf ia&id_autor=9) e CONTO/DOWNLOAD:http://www.educared.org/educa/ index.cfm?pg=biblioteca.interna &id_livro=9e - A cartomante: Machado de Assis (http://
www.dominiopublico.gov.br/ download/texto/bv000257.pdf) - A cartomante : Livia Barreto (http://
www.spectroeditora.com.br/ fonjic/barreto/sonhos/21.php) - Vestida de preto (está presente no livro didático da escola pública), de Mario de Andrade
Agora iremos publicar resumo de todos os livros em questão , de acordo com seus respectivos escritores vistos anteriormente !
A Cartomante - Machado de Assis :
A cartomante é a historia de Vilela, Camilo e Rita envolvidos em um triângulo
amoroso. A historia começa com um
dialogo entre Camilo e Rita. Camilo nega-se a acreditar na cartomante e sempre
desaconselha Rita de visitá-la.A cartomante está caracterizada neste conto como uma engana bobos, destas que falam tudo o que serve para todo mundo. É um personagem sinistro, que apesar não ter nem o seu nome revelado (característica machadiana), destaca-se como um personagem que ludibria os personagens principais.
Rita crê que a cartomante pode resolver todos os seus problemas e angústias. Camilo já no fim do conto, quando está preste a ter desmascarado seu caso com Rita, no ápice de seu desespero, recorre a esta mesma cartomante, que por sua vez o ilude da mesma forma como ilude todos os seus clientes, inclusive Rita.
A mulher usa de frases de efeito e metáforas a fim de parecer sábia e dona do destino de Camilo, este que sai de lá confiante em suas palavras e ao chegar no apartamento de Vilela encontra Rita morta e é morto a queima roupa pelo amigo de infância, que já está sabendo da traição da esposa e o esperava de arma em punho.
A Cartomante - Lima Barreto :
Trata-se de uma narrativa curta, um conto, mas que prende a
atenção do leitor pela riqueza.
Um casal pobre com suas dificuldades, o marido trabalha e ganha pouco, a mulher ajuda na despesa da casa com trabalhos domésticos, precisa sair diariamente para lavar, passar e cuidar das casas de diversas pessoas, uma espécie de diarista, embora esse termo ainda não fosse usado naquela época, era o que ela fazia.
O dinheiro curto, mas à vontade de vencer era grande, o marido fica em dúvida se usa o dinheiro para as despesas da casa ou se arrisca pagar uma cartomante para lhe predizer a sorte. Finalmente se decide pela cartomante. Vai ao endereço que um amigo lhe dera com boas recomendações a respeito da sapiência da cartomante. Compra o ingresso. Entra na fila e fica esperando sua vez de ser atendido. Chega sua vez. Entra na sala em penumbra, senta-se diante da mulher de turbante, ansioso para que ela lhe indique o número da sorte, mas ela apenas pergunta: - O que você faz aqui? - então ele reconhece a própria esposa vestida de cartomante.
Um casal pobre com suas dificuldades, o marido trabalha e ganha pouco, a mulher ajuda na despesa da casa com trabalhos domésticos, precisa sair diariamente para lavar, passar e cuidar das casas de diversas pessoas, uma espécie de diarista, embora esse termo ainda não fosse usado naquela época, era o que ela fazia.
O dinheiro curto, mas à vontade de vencer era grande, o marido fica em dúvida se usa o dinheiro para as despesas da casa ou se arrisca pagar uma cartomante para lhe predizer a sorte. Finalmente se decide pela cartomante. Vai ao endereço que um amigo lhe dera com boas recomendações a respeito da sapiência da cartomante. Compra o ingresso. Entra na fila e fica esperando sua vez de ser atendido. Chega sua vez. Entra na sala em penumbra, senta-se diante da mulher de turbante, ansioso para que ela lhe indique o número da sorte, mas ela apenas pergunta: - O que você faz aqui? - então ele reconhece a própria esposa vestida de cartomante.
Morte e Vida Severina - João Cabral de Melo Neto :
O retirante Severino deixa o sertão pernambucano em busca do
litoral,
na esperança de uma vida melhor. Entre as passagens, ele Se apresenta
ao leitor e diz a que vai, encontra dois homens (irmãos das almas) que
carregam um defunto numa rede. Severino conversa com ambos e acontece
uma denúncia contra os poderosos, mandantes de crimes e sua impunidade.
O rio-guia está seco e com medo de se nada mais ter, sem saber para que
lado corria o rio, ele vai a direção de uma cantoria e dá com um
velório. As vozes cantam excelências ao defunto, enquanto do lado de
fora, um homem vai parodiando as palavras dos cantadores. Cansado da
viagem, Severino pensa em interrompê-la por uns instantes e procurar
trabalho. Ele se dirige a uma mulher na janela e se oferece, diz o que
sabe fazer. A mulher, porém é uma rezadeira. O
retirante chega então à Zona da Mata e pensa novamente em interromper a
viagem. Assiste, então, ao enterro de um trabalhador do eito e escuta o
que os amigos dizem do morto. Por todo o trajeto e em Recife, ele só
encontra morte e compreende estar enganado com o sonho da viagem: a
busca de uma vida mais longa. Ele resolve se suicidar, como que
adiantando a morte, nas águas do Capiberibe. Enquanto se prepara
para o desenlace, conversa com seu José mestre, para quem uma
mulher anuncia que seu filho havia nascido. Severino, então, assiste à
encenação celebrativa do nascimento, como se fora um auto de Natal. Seu
José tenta dissuadi-lo do suicídio.
na esperança de uma vida melhor. Entre as passagens, ele Se apresenta
ao leitor e diz a que vai, encontra dois homens (irmãos das almas) que
carregam um defunto numa rede. Severino conversa com ambos e acontece
uma denúncia contra os poderosos, mandantes de crimes e sua impunidade.
O rio-guia está seco e com medo de se nada mais ter, sem saber para que
lado corria o rio, ele vai a direção de uma cantoria e dá com um
velório. As vozes cantam excelências ao defunto, enquanto do lado de
fora, um homem vai parodiando as palavras dos cantadores. Cansado da
viagem, Severino pensa em interrompê-la por uns instantes e procurar
trabalho. Ele se dirige a uma mulher na janela e se oferece, diz o que
sabe fazer. A mulher, porém é uma rezadeira. O
retirante chega então à Zona da Mata e pensa novamente em interromper a
viagem. Assiste, então, ao enterro de um trabalhador do eito e escuta o
que os amigos dizem do morto. Por todo o trajeto e em Recife, ele só
encontra morte e compreende estar enganado com o sonho da viagem: a
busca de uma vida mais longa. Ele resolve se suicidar, como que
adiantando a morte, nas águas do Capiberibe. Enquanto se prepara
para o desenlace, conversa com seu José mestre, para quem uma
mulher anuncia que seu filho havia nascido. Severino, então, assiste à
encenação celebrativa do nascimento, como se fora um auto de Natal. Seu
José tenta dissuadi-lo do suicídio.
Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente :
O retirante Severino deixa o sertão pernambucano em busca do
litoral,
na esperança de uma vida melhor. Entre as passagens, ele Se apresenta
ao leitor e diz a que vai, encontra dois homens (irmãos das almas) que
carregam um defunto numa rede. Severino conversa com ambos e acontece
uma denúncia contra os poderosos, mandantes de crimes e sua impunidade.
O rio-guia está seco e com medo de se nada mais ter, sem saber para que
lado corria o rio, ele vai a direção de uma cantoria e dá com um
velório. As vozes cantam excelências ao defunto, enquanto do lado de
fora, um homem vai parodiando as palavras dos cantadores. Cansado da
viagem, Severino pensa em interrompê-la por uns instantes e procurar
trabalho. Ele se dirige a uma mulher na janela e se oferece, diz o que
sabe fazer. A mulher, porém é uma rezadeira. O
retirante chega então à Zona da Mata e pensa novamente em interromper a
viagem. Assiste, então, ao enterro de um trabalhador do eito e escuta o
que os amigos dizem do morto. Por todo o trajeto e em Recife, ele só
encontra morte e compreende estar enganado com o sonho da viagem: a
busca de uma vida mais longa. Ele resolve se suicidar, como que
adiantando a morte, nas águas do Capiberibe. Enquanto se prepara
para o desenlace, conversa com seu José mestre, para quem uma
mulher anuncia que seu filho havia nascido. Severino, então, assiste à
encenação celebrativa do nascimento, como se fora um auto de Natal. Seu
José tenta dissuadi-lo do suicídio.
na esperança de uma vida melhor. Entre as passagens, ele Se apresenta
ao leitor e diz a que vai, encontra dois homens (irmãos das almas) que
carregam um defunto numa rede. Severino conversa com ambos e acontece
uma denúncia contra os poderosos, mandantes de crimes e sua impunidade.
O rio-guia está seco e com medo de se nada mais ter, sem saber para que
lado corria o rio, ele vai a direção de uma cantoria e dá com um
velório. As vozes cantam excelências ao defunto, enquanto do lado de
fora, um homem vai parodiando as palavras dos cantadores. Cansado da
viagem, Severino pensa em interrompê-la por uns instantes e procurar
trabalho. Ele se dirige a uma mulher na janela e se oferece, diz o que
sabe fazer. A mulher, porém é uma rezadeira. O
retirante chega então à Zona da Mata e pensa novamente em interromper a
viagem. Assiste, então, ao enterro de um trabalhador do eito e escuta o
que os amigos dizem do morto. Por todo o trajeto e em Recife, ele só
encontra morte e compreende estar enganado com o sonho da viagem: a
busca de uma vida mais longa. Ele resolve se suicidar, como que
adiantando a morte, nas águas do Capiberibe. Enquanto se prepara
para o desenlace, conversa com seu José mestre, para quem uma
mulher anuncia que seu filho havia nascido. Severino, então, assiste à
encenação celebrativa do nascimento, como se fora um auto de Natal. Seu
José tenta dissuadi-lo do suicídio.
Venha ver o Pôr-do-Sol - Lygia Fagundes Telles :
Ricardo convidou a namorada para ver o pôr-do-sol no
cemitério. Lá chegando, Raquel estranhou a idéia, insultou-o. Passearam pelo
local, visitaram alguns túmulos. Mas, para ver o pôr-do-sol teria que ser sobre
o túmulo da família de Ricardo, onde estava sepultada uma prima do rapaz.
"- Cemitério abandonado, meu anjo. Vivos e mortos desertam todos. Nem os fantasmas sobraram, olha aí como as criancinhas brincam sem medo - acrescentou apontando as crianças na sua ciranda.
Ela tragou lentamente. Soprou a fumaça na cara do companheiro.
- Ricardo e suas idéias. E agora? Qual é o programa?
Brandamente ele a tomou pela cintura.
- Conheço bem tudo isso, minha gente está enterrada aí. Vamos entrar um instante e te mostrarei o pôr-do-sol mais lindo do mundo.
Ele encarou-o um instante. Vergou a cabeça para trás numa risada.
- Ver o pôr-do-sol!... Ah, meu Deus... Fabuloso!... Me implora um último encontro, me atormenta dias seguidos, me faz vir de longa para esta buraqueira, só mais uma vez, só mais uma vez! E para quê? Para ver o pôr-do-sol num cemitério...” ·
"- Estou sem dinheiro, meu anjo, vê se entende.
- Mas eu pago.
- Com o dinheiro dele? Prefiro beber formicida. Escolhi esse passeio porque é de graça e muito descente, não pode haver um passeio mais descente, não concorda comigo? Até romântico.
Ela olhou em redor. Puxou o braço que ele apertava."
"Ele esperou que ela chegasse quase a tocar o trinco da portinhola de ferro. Então deu uma volta à chave, arrancou-a da fechadura e saltou para trás.
- Ricardo, abre isto imediatamente! Vamos, imediatamente! - ordenou, torcendo o trinco. - Detesto este tipo de brincadeira, você sabe disso. Seu idiota! É no que dá seguir a cabeça de um idiota desses. Brincadeira estúpida!" (p.33)
"Ele já não sorria. Estava sério, os olhos diminuindo. Em redor deles, reapareceram as rugazinhas abertas em leque.
- Boa noite, Raquel.
- Chega, Ricardo! Você vai me pagar!... - gritou ela, estendendo os braços por entre as grades, tentando agarrá-lo. - Cretino! Me dá a chave desta porcaria, vamos!"
"- Cemitério abandonado, meu anjo. Vivos e mortos desertam todos. Nem os fantasmas sobraram, olha aí como as criancinhas brincam sem medo - acrescentou apontando as crianças na sua ciranda.
Ela tragou lentamente. Soprou a fumaça na cara do companheiro.
- Ricardo e suas idéias. E agora? Qual é o programa?
Brandamente ele a tomou pela cintura.
- Conheço bem tudo isso, minha gente está enterrada aí. Vamos entrar um instante e te mostrarei o pôr-do-sol mais lindo do mundo.
Ele encarou-o um instante. Vergou a cabeça para trás numa risada.
- Ver o pôr-do-sol!... Ah, meu Deus... Fabuloso!... Me implora um último encontro, me atormenta dias seguidos, me faz vir de longa para esta buraqueira, só mais uma vez, só mais uma vez! E para quê? Para ver o pôr-do-sol num cemitério...” ·
"- Estou sem dinheiro, meu anjo, vê se entende.
- Mas eu pago.
- Com o dinheiro dele? Prefiro beber formicida. Escolhi esse passeio porque é de graça e muito descente, não pode haver um passeio mais descente, não concorda comigo? Até romântico.
Ela olhou em redor. Puxou o braço que ele apertava."
"Ele esperou que ela chegasse quase a tocar o trinco da portinhola de ferro. Então deu uma volta à chave, arrancou-a da fechadura e saltou para trás.
- Ricardo, abre isto imediatamente! Vamos, imediatamente! - ordenou, torcendo o trinco. - Detesto este tipo de brincadeira, você sabe disso. Seu idiota! É no que dá seguir a cabeça de um idiota desses. Brincadeira estúpida!" (p.33)
"Ele já não sorria. Estava sério, os olhos diminuindo. Em redor deles, reapareceram as rugazinhas abertas em leque.
- Boa noite, Raquel.
- Chega, Ricardo! Você vai me pagar!... - gritou ela, estendendo os braços por entre as grades, tentando agarrá-lo. - Cretino! Me dá a chave desta porcaria, vamos!"
E, de repente, os gritos medonhos, inumanos:
- NÃO!
Durante algum tempo ele ainda ouviu os gritos que se multiplicaram, semelhantes aos de um animal sendo estraçalhado. Depois, os uivos foram ficando mais remotos, abafados como se viessem das profundezas da terra. Assim que atingiu o portão do cemitério, ele lançou ao poente um olhar mortiço. Ficou atento. Nenhum ouvido humano escutaria agora qualquer chamado. Acendeu um cigarro e foi descendo a ladeira. Crianças ao longe brincavam de roda
- NÃO!
Durante algum tempo ele ainda ouviu os gritos que se multiplicaram, semelhantes aos de um animal sendo estraçalhado. Depois, os uivos foram ficando mais remotos, abafados como se viessem das profundezas da terra. Assim que atingiu o portão do cemitério, ele lançou ao poente um olhar mortiço. Ficou atento. Nenhum ouvido humano escutaria agora qualquer chamado. Acendeu um cigarro e foi descendo a ladeira. Crianças ao longe brincavam de roda
O Barril de Amotillado - Edgar Allan Poe :
É narrativa da história de um homem imbuído do desejo de
vingança e de emparedar vivo seu desafeto. Essa economia de palavras que por
vezes suprime detalhes e descrição acaba por simplificar a narrativa, criando
tensão no leitor e surpreendendo-o com a rapidez do desenvolvimento do enredo.
No livro, o enfoque é dado aos fatos em si e aos condicionamentos psicológicos
das personagens. A curiosidade e o envolvimento do leitor com o texto dinâmico
fazem com que o conto tenha um "efeito único" quando o enredo chega
ao seu clímax. O leitor passa por uma catarse, experimenta os sentimentos das
personagens e se identifica com elas.
O conto nos traz a percepção de que o protagonista se vingará de um desafeto; no meio, há indícios de como será a vingança; no fim, o protagonista exerce sua vingança lentamente. O leitor acompanha a narrativa duvidando do desfecho anunciado exatamente porque é algo extremamente simples e cruel e, no fim, linha após linha o protagonista simplesmente deleita-se ouvindo os últimos suspiros de seu desafeto.
O conto nos traz a percepção de que o protagonista se vingará de um desafeto; no meio, há indícios de como será a vingança; no fim, o protagonista exerce sua vingança lentamente. O leitor acompanha a narrativa duvidando do desfecho anunciado exatamente porque é algo extremamente simples e cruel e, no fim, linha após linha o protagonista simplesmente deleita-se ouvindo os últimos suspiros de seu desafeto.
Iracema - José de Alencar :
Iracema é o principal romance indianista de nosso
Romantismo.
Para criá-lo Alencar utilizou um argumento histórico - a colonização do Ceará no
início do século XVII - e um argumento ficcional - o caso amoroso
entre a índia Iracema e Martim, o guerreiro português. Franceses
e portugueses disputam a posse do Ceará; aqueles aliaram-se aos
índios tabajaras; estes, aos pitiquaras. Martim e Iracema são,
portanto, inimigos .Caminhando pelas terras dos tabajaras, Martim
é alvejado por Iracema e recolhido por ela na cabana de seu pai
Araquém. 0 amor que nasce entre os dois esbarra em uma dupla
proibição, pois, além de pertencerem a povos inimigos, Iracema é
a virgem sagrada de sua tribo. Quando o guerreiro parte, a índia
o acompanha.
O casal passa a morar numa cabana às margens da lagoa da Mecejana. Martim deve se ausentar, chamado por seus deveres de guerra. A solidão, a saudade, a gravidez e, depois, o aleitamento exaurem as forças de Iracema. Retomando, Martim toma nos braços o filho recém-nascido e assiste à morte de Iracema. Esta criança - Moacir, o filho dador - seria o primeiro mameluco, representando a origem do povo brasileiro.
Para criá-lo Alencar utilizou um argumento histórico - a colonização do Ceará no
início do século XVII - e um argumento ficcional - o caso amoroso
entre a índia Iracema e Martim, o guerreiro português. Franceses
e portugueses disputam a posse do Ceará; aqueles aliaram-se aos
índios tabajaras; estes, aos pitiquaras. Martim e Iracema são,
portanto, inimigos .Caminhando pelas terras dos tabajaras, Martim
é alvejado por Iracema e recolhido por ela na cabana de seu pai
Araquém. 0 amor que nasce entre os dois esbarra em uma dupla
proibição, pois, além de pertencerem a povos inimigos, Iracema é
a virgem sagrada de sua tribo. Quando o guerreiro parte, a índia
o acompanha.
O casal passa a morar numa cabana às margens da lagoa da Mecejana. Martim deve se ausentar, chamado por seus deveres de guerra. A solidão, a saudade, a gravidez e, depois, o aleitamento exaurem as forças de Iracema. Retomando, Martim toma nos braços o filho recém-nascido e assiste à morte de Iracema. Esta criança - Moacir, o filho dador - seria o primeiro mameluco, representando a origem do povo brasileiro.
Obrigado , Lendas da Literatura.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Aqui está a Biografia , breve , porém mostrando suas principais características e suas 'fichas técnicas', de todos os autores participantes , já que as obras a serem lidas serão deles(as) !
Morte e Vida Severina, de :
João Cabral de Melo Neto , nascido dia 9 de Janeiro de 1920 em Recife , foi um poeta e diplomata brasileiro. Sua obra poética, que vai de uma tendência surrealista até a poesia popular, porém caracterizada pelo rigor estético, com poemas avessos a e marcados pelo uso de rimas toantes, inaugurou uma nova forma de fazer poesia no Brasil.
Irmão do historiador Evaldo Cabral de Melo e primo do poeta Manuel Bandeira e do sociólogo Gilberto Freyre, João Cabral foi amigo do pintor Joan Miró e do poeta Joan Brossa. Membro da Academia Pernambucana de Letras e da Academia Brasileira de Letras foi agraciado com vários prêmios literários. Quando morreu, em 1999, especulava-se que era um forte candidato ao Prêmio Nobel de Literatura.
Foi casado com Stella Maria Barbosa de Oliveira, com quem teve os filhos Rodrigo, Inez, Luiz, Isabel e João. Casou-se em segundas núpcias, em 1986, com a poeta Marly de Oliveira.
Na poesia de Cabral percebem-se algumas dualidades antitéticas, trabalhadas com um certo barroquismo e à exaustão. Entre espaço e tempo, entre o dentro e o fora, entre o maciço e o não-maciço, entre o masculino e o feminino, entre o Nordeste desértico e a Andaluzia fértil, ou entre a Caatinga desértica e o úmido Pernambuco. É uma poesia que causa algum estranhamento a quem espera uma poesia emotiva, pois seu trabalho é basicamente cerebral e "sensacionista", buscando uma poesia construtivista e comunicativa, objetiva.
Embora exista uma tendência surrealista em seus poemas, principalmente nos iniciais, como em Pedra do Sono, buscando uma poesia que fosse também expressiva, Melo Neto não precisa recorrer ao pathos ("paixão") para criar uma atmosfera poética, fugindo de qualquer tendência romântica, mas busca uma construção elaborada e pensada da linguagem e do dizer da sua poesia, transformando toda a percepção em imagem de algo concreto e relacionado aos sentidos, principalmente ao do tato, como pode-se perceber bem em Uma faca só lâmina. Neste poema, Cabral apresenta a imagem da faca através da sensação de vazio que a facada deixa na carne, contrastando com a própria faca sólida que a corta.
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Auto da Barca do Inferno, de :
Gil Vicente , nascido no ano de 1465, é geralmente considerado o primeiro grande dramaturgo português, além de poeta de renome. Enquanto homem de teatro parece ter também desempenhado as tarefas de músico, ator e encenador. É frequentemente considerado, de uma forma geral, o pai do teatro português, ou mesmo do teatro ibérico já que também escreveu em castelhano - partilhando a paternidade da dramaturgia espanhola com Juan Del Encina.
Há quem o identifique com o ourives, autor da Custódia de Belém, mestre da balança, e com o mestre de Retórica do rei Dom Manuel.
A obra vicentina é tida como reflexo da mudança dos tempos e da passagem da Idade Média para o Renascimento, fazendo-se o balanço de uma época onde as hierarquias e a ordem social eram regidas por regras inflexíveis, para uma nova sociedade onde se começa a subverter a ordem instituída, ao questioná-la. Foi, o principal representante da literatura renascentista portuguesa, anterior a Camões, incorporando elementos populares na sua escrita que influenciou, por sua vez, a cultura popular portuguesa.
O seu primeiro trabalho conhecido, a peça em castelhano Auto da Visitação, também conhecida como Monólogo do Vaqueiro, foi representada nos aposentos da rainha D. Maria, consorte de Dom Manuel, para celebrar o nascimento do príncipe (o futuro D. João III) - sendo esta representação considerada como o marco de partida da história do teatro português. Ocorreu isto na noite de 8 de Junho de 1502, com a presença, além do rei e da rainha, de Dona Leonor, viúva de D. João II e D. Beatriz, mãe do rei.
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Venha ver o pôr-do-sol, de :
Lygia Fagundes Telles, nascida Lygia de Azevedo Fagundes na data de 19 de abril de 1923 em São Paulo, é uma escritora brasileira, galardoada com o Prêmio Camões em 2005.
É membro da Academia Paulista de Letras desde 1982, da Academia Brasileira de Letras desde 1985 e da Academia das Ciências de Lisboa desde 1987.
Foi a quarta filha do casal Durval de Azevedo Fagundes e Maria do Rosário Silva Jardim de Moura, tendo nascido na Rua Barão do Bananal, na capital paulista.
Em 1938, dois anos depois da separação dos pais, Lygia publicou o seu primeiro livro de contos, Porão e sobrado com a ajuda de seu pai, assinando como Lygia Fagundes. Em 1939 terminou o curso fundamental no Instituto de Educação Caetano de Campos. No ano seguinte, ingressou na Escola Superior de Educação Física, também em São Paulo, ao mesmo tempo em que frequentou um curso pré-jurídico, preparatório para a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.
Em 1941 iniciou o curso de Direito e começou a participar ativamente nos debates literários, onde conheceria Mário e Oswald de Andrade, Paulo Emílio Salles Gomes, entre outros nomes da cena literária brasileira. Fez, então, parte da Academia de Letras da Faculdade e escreveu para os jornais Arcádia e A Balança. Ao mesmo tempo, trabalhou no Departamento Agrícola do Estado de São Paulo para pagar os estudos e para a sua própria subsistência. Foi também em 1941 que terminou o curso de Educação Física. Foi na faculdade do Largo de São Francisco que conheceu a poeta que veio a ser a sua melhor amiga, Hilda Hilst.
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O barril de Amontillado, de :
Edgar Allan Póe, nascido Edgar Poe em Boston, dia 19 de Janeiro de 1809 - foi um autor, poeta, editor e crítico literário estadunidense, fez parte do movimento romântico americano. Conhecido por suas histórias que envolvem o mistério e o macabro, Poe foi um dos primeiros escritores americanos de contos e é considerado o inventor do gênero ficção policial, também recebendo crédito por contribuição ao emergente gênero de ficção científica. Ele foi o primeiro escritor americano conhecido a tentar ganhar a vida através da escrita por si só, resultando em uma vida e carreira financeiramente difícil.
Ele nasceu como Edgar Poe, em Boston, Massachusetts; quando jovem, ficou órfão de mãe, que morreu pouco depois de seu pai abandonar a família. Poe foi acolhido por Francis Allan e o seu marido John Allan, de Richmond, Virginia, mas nunca foi formalmente adotado. Ele freqüentou a Universidade da Virgínia por um semestre, mas a deixou por falta de dinheiro. Poe se alistou nas forças armadas, onde serviu durante dois anos antes de ser dispensado, depois de falhar como cadete em West Point, deixou a sua família adotiva. Sua carreira começou humildemente com a publicação de uma coleção anônima de poemas, Tamerlane and Other Poems (1827).
Poe mudou seu foco para a prosa e passou os próximos anos trabalhando para revistas e jornais, tornando-se conhecido por seu próprio estilo de crítica literária. Seu trabalho o obrigou a se mudar para diversas cidades, incluindo Baltimore, Filadélfia e Nova York. Em Baltimore, em 1835, casou-se com Virginia Clemm, sua prima de 13 anos de idade. Em Janeiro de 1845, Poe publicou seu poema The Raven, foi um sucesso instantâneo. Sua esposa morreu de tuberculose dois anos após a publicação. Ele começou a planejar a criação de seu próprio jornal, The Penn (posteriormente renomeado para The Stylus), porém morreu antes que pudesse ser produzido. Em 7 de Outubro de 1849, aos 40 anos, Poe morreu em Baltimore; a causa de sua morte é desconhecida e foi por diversas vezes atribuída ao álcool, congestão cerebral, cólera, drogas, doenças do coração, raiva, suicídio, tuberculose entre outros agentes.
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A Cartomante, de :
Joaquim Maria Machado de Assis, nascido dia 21 de Junho de 1839 foi um escritor brasileiro, amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional. Escreveu em praticamente todos os gêneros literários, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário. Testemunhou a mudança política no país quando a República substituiu o Império e foi um grande comentador e relator dos eventos político-sociais de sua época.
Nascido no Morro do Livramento, Rio de Janeiro, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Os biógrafos notam que, interessado pela boêmia e pela corte, lutou para subir socialmente abastecendo-se de superioridade intelectual. Para isso, assumiu diversos cargos públicos, passando pelo Ministério da Agricultura, do Comércio e das Obras Públicas, e conseguindo precoce notoriedade em jornais onde publicava suas primeiras poesias e crônicas. Em sua maturidade, reunido a colegas próximos, fundou e foi o primeiro presidente unânime da Academia Brasileira de Letras.
Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, 200 contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de 600 crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia, embora não haja rompimento de resíduos românticos. Dessa fase, os críticos destacam que suas melhores obras são as da Trilogia Realista. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A Mão e a Luva, Helena e Iaiá Garcia, onde se notam características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.
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A Cartomante, de :
Afonso Henriques de Lima Barreto, nascido dia 13 de maio de 1881 no Rio de Janeiro, melhor conhecido como Lima Barreto, foi um jornalista e um dos mais importantes escritores libertários brasileiros.
Era filho de João Henriques de Lima Barreto (mulato nascido escravo) e de Amália Augusta (filha de escrava agregada da família Pereira Carvalho). O seu pai foi tipógrafo. Aprendeu a profissão no Imperial Instituto Artístico, que imprimia o periódico "A Semana Ilustrada". A sua mãe foi educada com esmero, sendo professora da 1ª à 4ª séries. Ela faleceu quando ele tinha apenas 6 anos e João Henriques trabalhou muito para sustentar os quatro filhos do casal. João Henriques era monarquista, ligado ao visconde de Ouro Preto, padrinho do futuro escritor. Talvez as lembranças saudosistas do fim do período imperial no Brasil, bem como as remotas lembranças da Abolição da Escravatura na infância tenham vindo a exercer influência sobre a visão crítica de Lima Barreto sobre o regime republicano. Lima Barreto, mulato num Brasil que mal acabara de abolir oficialmente a escravatura, teve oportunidade de boa instrução escolar. Após a morte da mãe, passou a frequentar a escola pública de D. Teresa Pimentel do Amaral. Em seguida, passou a cursar o Liceu Popular Niteroiense, após o seu padrinho, o visconde de Ouro Preto, concordar em custear sua educação. Lá ficará até 1894, completando o curso secundário e parte do supletivo. Em 1895, transferiu-se para a única instituição pública de ensino secundário da época, o conceituado Colégio Pedro II, cujos estudantes eram oriundos basicamente da elite econômica. No ano de 1895 foi admitido no curso da Escola Politécnica, no Rio de Janeiro. Porém, foi obrigado a abandoná-lo em 1904 para assumir o sustento dos irmãos, devido à loucura que afligiu o seu pai. Tendo sido repetidamente reprovado por não se interessar muito pelas matérias - passava as tardes na Biblioteca Nacional -, deixou de graduar-se em Mecânica. Data dessa época a sua entrada no Ministério da Guerra como amanuense, por concurso. O cargo, somado às muitas colaborações em diversos órgãos da imprensa escrita, garantia-lhe algum sustento financeiro. Não obstante, o escritor, que só veio a ser reconhecido fundamental para a literatura brasileira após seu precoce falecimento, cada vez mais se deixava consumir pelo alcoolismo e por estados emocionais caracterizados por crises de profunda depressão e morbidez.
Lima Barreto começou a sua colaboração na imprensa desde estudante, em 1902, no ‘A Quinzena Alegre’, depois no ‘Tagarela’, O Diabo, e na Revista da Época. Em jornais de maior circulação, começou em 1905, escrevendo no Correio da Manhã uma série de reportagens sobre a demolição do Morro do Castelo. Daí em diante, colaborou em vários jornais e revistas, Fon-Fon, Floreal, Gazeta da Tarde, Jornal do Commercio, Correio da Noite, A Noite (onde publicou, em folhetim, Numa e a Ninfa), Careta, ABC, um novo A Lanterna (vespertino), Brás Cubas (semanário), Hoje, Revista Souza Cruz e O Mundo Literário.
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A Cartomante, de :
Mário Raul de Morais Andrade, nascido dia 9 de outubro de 1893, foi um poeta, romancista, musicólogo, historiador, crítico de arte e fotógrafo brasileiro. Um dos fundadores do modernismo brasileiro, ele praticamente criou a poesia moderna brasileira com a publicação de seu livro Paulicéia Desvairada em 1922. Andrade exerceu uma influência enorme na literatura moderna brasileira e, como ensaísta e estudioso—foi um pioneiro do campo da etnomusicologia—sua influência transcendeu as fronteiras do Brasil.
Andrade foi à figura central do movimento de vanguarda de São Paulo por vinte anos. Músico treinado e mais conhecido como poeta e romancista, Andrade esteve pessoalmente envolvido em praticamente todas as disciplinas que estiveram relacionadas com o modernismo em São Paulo, tornando-se o polímata nacional do Brasil. Suas fotografias e seus ensaios, que cobriam uma ampla variedade de assuntos, da história à literatura e à música, foram amplamente divulgados na imprensa da época. Andrade foi a força motriz por trás da Semana de Arte Moderna, evento ocorrido em 1922 que reformulou a literatura e as artes visuais no Brasil, tendo sido um dos integrantes do "Grupo dos Cinco". As idéias por trás da Semana seriam melhor delineadas no prefácio de seu livro de poesia Paulicéia Desvairada e nos próprios poemas.
Após trabalhar como professor de música e colunista de jornal ele publicou seu maior romance, Macunaíma, em 1928. Andrade continuou a publicar obras sobre música popular brasileira, poesia e outros temas de forma desigual, sendo interrompido várias vezes devido a seu relacionamento instável com o governo brasileiro. No fim de sua vida, se tornou o diretor-fundador do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo formalizando o papel que ele havia desempenhado durante muito tempo como catalisador da modernidade artística na cidade—e no país.
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Iracema, de :
José Martiniano de Alencar, nascido dia 1º de Maio de 1829 em Messejana foi um jornalista, político, advogado, orador, crítico, cronista, polemista, romancista e dramaturgo brasileiro.
Formou-se em Direito, iniciando-se na atividade literária no Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro. Foi casado com Ana Cochrane. Filho do senador José Martiniano Pereira de Alencar, irmão do diplomata Leonel Martiniano de Alencar, barão de Alencar, e pai de Augusto Cochrane de Alencar.
Nasceu em Messejana, na época um município vizinho a Fortaleza. A família transferiu-se para a capital do Império do Brasil, Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de Direito em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publica o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em (1857) que alcançará notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros.
José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a "virgem dos lábios de mel" e "cabelos tão escuros como a asa da graúna". O segundo tem por personagem Ubirajara, valente guerreiro indígena que durante a história cresce em direção à maturidade.
Em 1859, tornou-se chefe da Secretaria do Ministério da Justiça, sendo depois consultor do mesmo. Em 1860 ingressou na política, como deputado estadual no Ceará, sempre militando pelo Partido Conservador (Brasil Império). Em 1868, tornou-se ministro da Justiça, ocupando o cargo até janeiro de 1870. Em 1869, candidatou-se ao senado do Império, tendo o Imperador D. Pedro II do Brasil não o escolhido por ser muito jovem ainda.
TODAS as informações foram retiradas do site wikipedia.org , e sim reajustadas para melhor entendimento de todos os leitores.
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Morte e Vida Severina, de :
João Cabral de Melo Neto , nascido dia 9 de Janeiro de 1920 em Recife , foi um poeta e diplomata brasileiro. Sua obra poética, que vai de uma tendência surrealista até a poesia popular, porém caracterizada pelo rigor estético, com poemas avessos a e marcados pelo uso de rimas toantes, inaugurou uma nova forma de fazer poesia no Brasil.
Irmão do historiador Evaldo Cabral de Melo e primo do poeta Manuel Bandeira e do sociólogo Gilberto Freyre, João Cabral foi amigo do pintor Joan Miró e do poeta Joan Brossa. Membro da Academia Pernambucana de Letras e da Academia Brasileira de Letras foi agraciado com vários prêmios literários. Quando morreu, em 1999, especulava-se que era um forte candidato ao Prêmio Nobel de Literatura.
Foi casado com Stella Maria Barbosa de Oliveira, com quem teve os filhos Rodrigo, Inez, Luiz, Isabel e João. Casou-se em segundas núpcias, em 1986, com a poeta Marly de Oliveira.
Na poesia de Cabral percebem-se algumas dualidades antitéticas, trabalhadas com um certo barroquismo e à exaustão. Entre espaço e tempo, entre o dentro e o fora, entre o maciço e o não-maciço, entre o masculino e o feminino, entre o Nordeste desértico e a Andaluzia fértil, ou entre a Caatinga desértica e o úmido Pernambuco. É uma poesia que causa algum estranhamento a quem espera uma poesia emotiva, pois seu trabalho é basicamente cerebral e "sensacionista", buscando uma poesia construtivista e comunicativa, objetiva.
Embora exista uma tendência surrealista em seus poemas, principalmente nos iniciais, como em Pedra do Sono, buscando uma poesia que fosse também expressiva, Melo Neto não precisa recorrer ao pathos ("paixão") para criar uma atmosfera poética, fugindo de qualquer tendência romântica, mas busca uma construção elaborada e pensada da linguagem e do dizer da sua poesia, transformando toda a percepção em imagem de algo concreto e relacionado aos sentidos, principalmente ao do tato, como pode-se perceber bem em Uma faca só lâmina. Neste poema, Cabral apresenta a imagem da faca através da sensação de vazio que a facada deixa na carne, contrastando com a própria faca sólida que a corta.
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Auto da Barca do Inferno, de :
Gil Vicente , nascido no ano de 1465, é geralmente considerado o primeiro grande dramaturgo português, além de poeta de renome. Enquanto homem de teatro parece ter também desempenhado as tarefas de músico, ator e encenador. É frequentemente considerado, de uma forma geral, o pai do teatro português, ou mesmo do teatro ibérico já que também escreveu em castelhano - partilhando a paternidade da dramaturgia espanhola com Juan Del Encina.
Há quem o identifique com o ourives, autor da Custódia de Belém, mestre da balança, e com o mestre de Retórica do rei Dom Manuel.
A obra vicentina é tida como reflexo da mudança dos tempos e da passagem da Idade Média para o Renascimento, fazendo-se o balanço de uma época onde as hierarquias e a ordem social eram regidas por regras inflexíveis, para uma nova sociedade onde se começa a subverter a ordem instituída, ao questioná-la. Foi, o principal representante da literatura renascentista portuguesa, anterior a Camões, incorporando elementos populares na sua escrita que influenciou, por sua vez, a cultura popular portuguesa.
O seu primeiro trabalho conhecido, a peça em castelhano Auto da Visitação, também conhecida como Monólogo do Vaqueiro, foi representada nos aposentos da rainha D. Maria, consorte de Dom Manuel, para celebrar o nascimento do príncipe (o futuro D. João III) - sendo esta representação considerada como o marco de partida da história do teatro português. Ocorreu isto na noite de 8 de Junho de 1502, com a presença, além do rei e da rainha, de Dona Leonor, viúva de D. João II e D. Beatriz, mãe do rei.
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Venha ver o pôr-do-sol, de :
Lygia Fagundes Telles, nascida Lygia de Azevedo Fagundes na data de 19 de abril de 1923 em São Paulo, é uma escritora brasileira, galardoada com o Prêmio Camões em 2005.
É membro da Academia Paulista de Letras desde 1982, da Academia Brasileira de Letras desde 1985 e da Academia das Ciências de Lisboa desde 1987.
Foi a quarta filha do casal Durval de Azevedo Fagundes e Maria do Rosário Silva Jardim de Moura, tendo nascido na Rua Barão do Bananal, na capital paulista.
Em 1938, dois anos depois da separação dos pais, Lygia publicou o seu primeiro livro de contos, Porão e sobrado com a ajuda de seu pai, assinando como Lygia Fagundes. Em 1939 terminou o curso fundamental no Instituto de Educação Caetano de Campos. No ano seguinte, ingressou na Escola Superior de Educação Física, também em São Paulo, ao mesmo tempo em que frequentou um curso pré-jurídico, preparatório para a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.
Em 1941 iniciou o curso de Direito e começou a participar ativamente nos debates literários, onde conheceria Mário e Oswald de Andrade, Paulo Emílio Salles Gomes, entre outros nomes da cena literária brasileira. Fez, então, parte da Academia de Letras da Faculdade e escreveu para os jornais Arcádia e A Balança. Ao mesmo tempo, trabalhou no Departamento Agrícola do Estado de São Paulo para pagar os estudos e para a sua própria subsistência. Foi também em 1941 que terminou o curso de Educação Física. Foi na faculdade do Largo de São Francisco que conheceu a poeta que veio a ser a sua melhor amiga, Hilda Hilst.
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O barril de Amontillado, de :
Edgar Allan Póe, nascido Edgar Poe em Boston, dia 19 de Janeiro de 1809 - foi um autor, poeta, editor e crítico literário estadunidense, fez parte do movimento romântico americano. Conhecido por suas histórias que envolvem o mistério e o macabro, Poe foi um dos primeiros escritores americanos de contos e é considerado o inventor do gênero ficção policial, também recebendo crédito por contribuição ao emergente gênero de ficção científica. Ele foi o primeiro escritor americano conhecido a tentar ganhar a vida através da escrita por si só, resultando em uma vida e carreira financeiramente difícil.
Ele nasceu como Edgar Poe, em Boston, Massachusetts; quando jovem, ficou órfão de mãe, que morreu pouco depois de seu pai abandonar a família. Poe foi acolhido por Francis Allan e o seu marido John Allan, de Richmond, Virginia, mas nunca foi formalmente adotado. Ele freqüentou a Universidade da Virgínia por um semestre, mas a deixou por falta de dinheiro. Poe se alistou nas forças armadas, onde serviu durante dois anos antes de ser dispensado, depois de falhar como cadete em West Point, deixou a sua família adotiva. Sua carreira começou humildemente com a publicação de uma coleção anônima de poemas, Tamerlane and Other Poems (1827).
Poe mudou seu foco para a prosa e passou os próximos anos trabalhando para revistas e jornais, tornando-se conhecido por seu próprio estilo de crítica literária. Seu trabalho o obrigou a se mudar para diversas cidades, incluindo Baltimore, Filadélfia e Nova York. Em Baltimore, em 1835, casou-se com Virginia Clemm, sua prima de 13 anos de idade. Em Janeiro de 1845, Poe publicou seu poema The Raven, foi um sucesso instantâneo. Sua esposa morreu de tuberculose dois anos após a publicação. Ele começou a planejar a criação de seu próprio jornal, The Penn (posteriormente renomeado para The Stylus), porém morreu antes que pudesse ser produzido. Em 7 de Outubro de 1849, aos 40 anos, Poe morreu em Baltimore; a causa de sua morte é desconhecida e foi por diversas vezes atribuída ao álcool, congestão cerebral, cólera, drogas, doenças do coração, raiva, suicídio, tuberculose entre outros agentes.
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A Cartomante, de :
Joaquim Maria Machado de Assis, nascido dia 21 de Junho de 1839 foi um escritor brasileiro, amplamente considerado como o maior nome da literatura nacional. Escreveu em praticamente todos os gêneros literários, sendo poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista, e crítico literário. Testemunhou a mudança política no país quando a República substituiu o Império e foi um grande comentador e relator dos eventos político-sociais de sua época.
Nascido no Morro do Livramento, Rio de Janeiro, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Os biógrafos notam que, interessado pela boêmia e pela corte, lutou para subir socialmente abastecendo-se de superioridade intelectual. Para isso, assumiu diversos cargos públicos, passando pelo Ministério da Agricultura, do Comércio e das Obras Públicas, e conseguindo precoce notoriedade em jornais onde publicava suas primeiras poesias e crônicas. Em sua maturidade, reunido a colegas próximos, fundou e foi o primeiro presidente unânime da Academia Brasileira de Letras.
Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, 200 contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de 600 crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia, embora não haja rompimento de resíduos românticos. Dessa fase, os críticos destacam que suas melhores obras são as da Trilogia Realista. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A Mão e a Luva, Helena e Iaiá Garcia, onde se notam características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.
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A Cartomante, de :
Afonso Henriques de Lima Barreto, nascido dia 13 de maio de 1881 no Rio de Janeiro, melhor conhecido como Lima Barreto, foi um jornalista e um dos mais importantes escritores libertários brasileiros.
Era filho de João Henriques de Lima Barreto (mulato nascido escravo) e de Amália Augusta (filha de escrava agregada da família Pereira Carvalho). O seu pai foi tipógrafo. Aprendeu a profissão no Imperial Instituto Artístico, que imprimia o periódico "A Semana Ilustrada". A sua mãe foi educada com esmero, sendo professora da 1ª à 4ª séries. Ela faleceu quando ele tinha apenas 6 anos e João Henriques trabalhou muito para sustentar os quatro filhos do casal. João Henriques era monarquista, ligado ao visconde de Ouro Preto, padrinho do futuro escritor. Talvez as lembranças saudosistas do fim do período imperial no Brasil, bem como as remotas lembranças da Abolição da Escravatura na infância tenham vindo a exercer influência sobre a visão crítica de Lima Barreto sobre o regime republicano. Lima Barreto, mulato num Brasil que mal acabara de abolir oficialmente a escravatura, teve oportunidade de boa instrução escolar. Após a morte da mãe, passou a frequentar a escola pública de D. Teresa Pimentel do Amaral. Em seguida, passou a cursar o Liceu Popular Niteroiense, após o seu padrinho, o visconde de Ouro Preto, concordar em custear sua educação. Lá ficará até 1894, completando o curso secundário e parte do supletivo. Em 1895, transferiu-se para a única instituição pública de ensino secundário da época, o conceituado Colégio Pedro II, cujos estudantes eram oriundos basicamente da elite econômica. No ano de 1895 foi admitido no curso da Escola Politécnica, no Rio de Janeiro. Porém, foi obrigado a abandoná-lo em 1904 para assumir o sustento dos irmãos, devido à loucura que afligiu o seu pai. Tendo sido repetidamente reprovado por não se interessar muito pelas matérias - passava as tardes na Biblioteca Nacional -, deixou de graduar-se em Mecânica. Data dessa época a sua entrada no Ministério da Guerra como amanuense, por concurso. O cargo, somado às muitas colaborações em diversos órgãos da imprensa escrita, garantia-lhe algum sustento financeiro. Não obstante, o escritor, que só veio a ser reconhecido fundamental para a literatura brasileira após seu precoce falecimento, cada vez mais se deixava consumir pelo alcoolismo e por estados emocionais caracterizados por crises de profunda depressão e morbidez.
Lima Barreto começou a sua colaboração na imprensa desde estudante, em 1902, no ‘A Quinzena Alegre’, depois no ‘Tagarela’, O Diabo, e na Revista da Época. Em jornais de maior circulação, começou em 1905, escrevendo no Correio da Manhã uma série de reportagens sobre a demolição do Morro do Castelo. Daí em diante, colaborou em vários jornais e revistas, Fon-Fon, Floreal, Gazeta da Tarde, Jornal do Commercio, Correio da Noite, A Noite (onde publicou, em folhetim, Numa e a Ninfa), Careta, ABC, um novo A Lanterna (vespertino), Brás Cubas (semanário), Hoje, Revista Souza Cruz e O Mundo Literário.
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A Cartomante, de :
Mário Raul de Morais Andrade, nascido dia 9 de outubro de 1893, foi um poeta, romancista, musicólogo, historiador, crítico de arte e fotógrafo brasileiro. Um dos fundadores do modernismo brasileiro, ele praticamente criou a poesia moderna brasileira com a publicação de seu livro Paulicéia Desvairada em 1922. Andrade exerceu uma influência enorme na literatura moderna brasileira e, como ensaísta e estudioso—foi um pioneiro do campo da etnomusicologia—sua influência transcendeu as fronteiras do Brasil.
Andrade foi à figura central do movimento de vanguarda de São Paulo por vinte anos. Músico treinado e mais conhecido como poeta e romancista, Andrade esteve pessoalmente envolvido em praticamente todas as disciplinas que estiveram relacionadas com o modernismo em São Paulo, tornando-se o polímata nacional do Brasil. Suas fotografias e seus ensaios, que cobriam uma ampla variedade de assuntos, da história à literatura e à música, foram amplamente divulgados na imprensa da época. Andrade foi a força motriz por trás da Semana de Arte Moderna, evento ocorrido em 1922 que reformulou a literatura e as artes visuais no Brasil, tendo sido um dos integrantes do "Grupo dos Cinco". As idéias por trás da Semana seriam melhor delineadas no prefácio de seu livro de poesia Paulicéia Desvairada e nos próprios poemas.
Após trabalhar como professor de música e colunista de jornal ele publicou seu maior romance, Macunaíma, em 1928. Andrade continuou a publicar obras sobre música popular brasileira, poesia e outros temas de forma desigual, sendo interrompido várias vezes devido a seu relacionamento instável com o governo brasileiro. No fim de sua vida, se tornou o diretor-fundador do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo formalizando o papel que ele havia desempenhado durante muito tempo como catalisador da modernidade artística na cidade—e no país.
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Iracema, de :
José Martiniano de Alencar, nascido dia 1º de Maio de 1829 em Messejana foi um jornalista, político, advogado, orador, crítico, cronista, polemista, romancista e dramaturgo brasileiro.
Formou-se em Direito, iniciando-se na atividade literária no Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro. Foi casado com Ana Cochrane. Filho do senador José Martiniano Pereira de Alencar, irmão do diplomata Leonel Martiniano de Alencar, barão de Alencar, e pai de Augusto Cochrane de Alencar.
Nasceu em Messejana, na época um município vizinho a Fortaleza. A família transferiu-se para a capital do Império do Brasil, Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de Direito em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publica o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em (1857) que alcançará notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros.
José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a "virgem dos lábios de mel" e "cabelos tão escuros como a asa da graúna". O segundo tem por personagem Ubirajara, valente guerreiro indígena que durante a história cresce em direção à maturidade.
Em 1859, tornou-se chefe da Secretaria do Ministério da Justiça, sendo depois consultor do mesmo. Em 1860 ingressou na política, como deputado estadual no Ceará, sempre militando pelo Partido Conservador (Brasil Império). Em 1868, tornou-se ministro da Justiça, ocupando o cargo até janeiro de 1870. Em 1869, candidatou-se ao senado do Império, tendo o Imperador D. Pedro II do Brasil não o escolhido por ser muito jovem ainda.
TODAS as informações foram retiradas do site wikipedia.org , e sim reajustadas para melhor entendimento de todos os leitores.
Obrigado , Lendas da Literatura .
Este Blog está sendo feito para uma gincana literária que terá em nossa escola , no qual o objetivo é aumentar o nosso saber , adquirindo conhecimento sobre novos livros e novos autores !!! Professora organizadora da gincana , Maria Piedade Teodoro da Silva .
Nosso Grupo contém cinco integrantes :
João Pedro Batista - Líder
Igor Ribeiro
Alexandre Machado
Nicolas Wilker
Filipe Gustavo
Ordem : Nicolas , Igor , Filipe e João Pedro . Obs : Alexandre estava tirando a foto !
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